quinta-feira, 31 de dezembro de 2009
virada
terça-feira, 29 de dezembro de 2009
leveza

sábado, 26 de dezembro de 2009
palmas pra nós
terça-feira, 22 de dezembro de 2009
cara da nossa cara
segunda-feira, 21 de dezembro de 2009
canto de cada um..
Merda, muita merda!!!!
"....eh nozes" como dizia Marco Túlio
sábado, 19 de dezembro de 2009
luzes do natal
*e eu apanho do teclado, e as letras saem sem acento, com erros de grafia. 'E o outro ch'ao esse teclado. De Jo'ao!
sexta-feira, 18 de dezembro de 2009
palavras recebidas
"Eliene.
eduardoteatrotranscendental@yahoo.com.br
06/12/09
terça-feira, 15 de dezembro de 2009
sim, a saída...
segunda-feira, 14 de dezembro de 2009
intervalo
domingo, 13 de dezembro de 2009
remar
sábado, 12 de dezembro de 2009
e o vento soprou...mata machado pro norte
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quinta-feira, 10 de dezembro de 2009
mercado
terça-feira, 8 de dezembro de 2009
outros olhos
"é necessário estar sempre bêbado. Tudo se reduz a isso; eis o único problema. Para não sentirdes o horrível fardo do Tempo, que vos abate e vos faz pender para terra, é preciso que vos embriagueis sem cessar. Mas de que? De vinho, de poesia ou de virtude, a vossa escolha. Contanto que vos embrigueis. E, se, algumas vezes, nos degraus de um palácio, na verde relva de um fosso, na desolada solidão do vosso quarto, despertardes com a embriaguês já atenuada ou desaparecida, perguntai ao vento, à onda, à estrela, ao pássaro, ao relógio, a tudo o que foge, a tudo o que geme, a tudo o que rola, a tudo o que canta, a tudo o que fala, perguntai-lhes que horas são: e o vento, e a vaga, e a estrela, há de lhe vos responder: É hora de se embriagar! Para não serdes os martirizados escravos do Tempo, embriagai-v0s; embriagais-vos sem tréguas! De vinho, de poesia ou de virtude, a vossa escolha". (BAUDELAIRE)
segunda-feira, 7 de dezembro de 2009
salada

domingo, 6 de dezembro de 2009
presença
sexta-feira, 4 de dezembro de 2009
novo ciclo
Branco será o chão para a estréia. Horizontes, magenta. Foi ontem esta revelação para o elenco vinda do cenográfo e diretor. O cenário começa a ganhar forma. E a rotina dos ensaios muda, porque marcações novas surgem. Um ciclo que se fecha. Novo ciclo que se inicia. No mapa do palco, a intercessão das Avenidas JK e Theotônio Segurado, estrutura "geográfica" de Palmas-TO. Tal qual Montesquieu, que na teoria dos três poderes apregoou "tratar os desiguais de forma desigual", essa parte do cenário, penso, simbolizará a hierarquia das castas; a desigualdade social; o poder. De forma sutil, é claro. Leitura minha, que não necessariamente a proposta do diretor. Assim como a cidade se estrutura em Norte x Sul, em kitinets e construções grandiosas, os quadrantes no palco, afora outras questões, denotarão, as classes sociais. Se o público perceberá, não sei, porque "personagens- tipos" no espetáculo não há. Não é a intenção, muito embora, o processo de criação busque o diálogo entre dança e teatro, definir personagens-tipo ou aprofundar psicologismo. Os intérpretes-dança-atores permanecerão no palco durante todo o espetáculo. Participarão de alguma forma, de todas as cenas que versarão dentre tantas temáticas, sobre "chegada dos forasteiros"; "gostos, opções e escolhas de diversão"; "trânsito". Ontem o ensaio foi permeado sobre discussão, cujo provocador maior foi Marco Túlio. Grandiosa é a participação do cenógrafo durante o processo de criação. Muito raro de acontecer. No Brasil, quase não há publicações sobre cenografia, cenotécnica, arquitetura cênica. Isso é refletido na platéia, que ou aplaude os artistas, idolatrando-os, ou, encantados com a beleza e magnitude do cenário, saem da sala de espetáculo dizendo "Nossa, o cenário é maravilhoso". Em "na palma dos olhos" criou uma sintonia e respeito para com o trabalho do cenógrafo, profissional que desde o primeiro ensaio assistido, de imediato, provocou reflexões pertinentes sobre o processo criativo. Isso sim, é um processo colaborativo! e permite que fique estampado a contribuição de cada um. Porque os aplausos, quase nunca são voltados para o figurinista, iluminador, sonoplasta, técnicos de palco, enfim. E tais profissionais são essenciais para a concepção da obra. Isso do cenário tem a haver com os signos, com a estética. Já dizia Paulo Merísio, meu professor lá das Gerais que, se coloco uma cadeira vermelha no palco, ela tem que ter um sentido, uma função. E aqui, com os "tresmarianos" tenho percebido que são artistas-profissionais que se preocupam com os "porquês".
a cidade em construção
na palma dos olhos
é uma pedreira...
ciclo novo
quinta-feira, 3 de dezembro de 2009
é uma pedreira...
quarta-feira, 2 de dezembro de 2009
a cidade da construção
terça-feira, 1 de dezembro de 2009
na palma dos olhos
O espetáculo revela impressões de artistas recém-chegados na capital acerca dos gostos, costumes e vivências da população forasteira que para o norte veio desbravar caminho. Também permeia aspectos climáticos e arquitetônicos da cidade conhecida como Ponto Geodésico do Brasil. O que se constrói nas cenas de "na palma dos olhos" são olhares sobre uma capital onde poucos brasileiros conhecem e, que, apesar do sol escaldante, é rica pela diversidade cultural advinda da mescla de pessoas de vários cantos do país. Uma capital onde a arquitetura é forjada para o futuro, e por isso, muitas pessoas se perdem na decodificação dos endereços compostos por números e letras. Capital sendo transformada de concreto sobre concreto, mas que preserva árvores diversas que despencam frutos saborosos em plenos canteiros nas pistas de tráfego centrais. Um centro urbano, onde se é possível avistar um maravilhoso pôr-do-sol ao som de araras que brincam pelo céu quando transeuntes batem papo nas áreas externas dos bares ou nas próprias portas de suas casas, regado a cerveja e espetinhos.
"Nesse processo eu não estou tendo inspiração da coreografia em cima da música. Ao contrário, a música é que está se adaptando à coreografia. As idéias de cena, o movimento, é a grande preocupação. Colocar o movimento em cena é mais importante do que colocar o movimento da música. A música é como pano de fundo! Curioso é que a música da primeira cena é que inspirou a criação de movimentos, a própria cena. A música começa lenta, tem uma harpa que é uma coisa fantástica, mágica. A criação de Palmas-TO, ao meu ver, meio que aconteceu do nada. Num passe de mágica, rasgaram o cerrado e esta música muito me inspirou isso. É tanto que na música, a cantora só emite sons, depois. Essa música inicial me chama muito a atenção pelo crescendo que traz. E assim, sempre traz um pando de fundo pra cena. Toda música. Essa música que me refiro simboliza a própria construção da cidade e seu crescimento. Na primeira cena, a expressão corporal e movimentação dos intérpretes-bailarinos-atores, fundamental na encenação, foi sim, inspirada na música", diz João Vicente.
Integram a equipe técnica: Carolina Galgane (coordenadora-geral; bailarina; produtora executiva); João Vicente (diretor artístico, coreógrafo, bailarino); Brenno Jadvas (ator); Eliene Rodrigues (gestora cultural; atriz; produtora executiva); Marco Túlio Valadares (cenógrafo; diretor de arte); Norma Brugger (figurinista); Cláudio Dias (músico); Cláudio De Moraes (assessoria de imprensa); Caio Brettas (produção de audiovisual); Lúcio de Miranda (iluminador)
napalmadosolhos@gmail.com